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	<title>Arquivo de Atualidade - My Imunologia</title>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Imunologia</title>
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	<item>
		<title>Dano irreversível na síndrome de Sjögren surge precocemente e afeta múltiplos órgãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo multicêntrico internacional demonstra que o dano irreversível na síndrome de Sjögren primária ocorre frequentemente nas fases iniciais da doença e tende a progredir ao longo do tempo, com impacto significativo em múltiplos órgãos. A investigação, conduzida numa coorte de 429 doentes adultos avaliou a atividade da doença e os sintomas através de índices [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo multicêntrico internacional demonstra que o dano irreversível na síndrome de Sjögren primária ocorre frequentemente nas fases iniciais da doença e tende a progredir ao longo do tempo, com impacto significativo em múltiplos órgãos. A investigação, conduzida numa coorte de 429 doentes adultos avaliou a atividade da doença e os sintomas através de índices validados, nomeadamente o ESSDAI e o ESSPRI, bem como parâmetros laboratoriais, autoanticorpos e testes funcionais. O dano irreversível foi medido através do <em>Sjögren’s Syndrome Damage Index</em> (SSDI), abrangendo domínios ocular, oral e sistémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados demonstram que, logo na avaliação inicial, 48% dos doentes já apresentavam dano irreversível (SSDI ≥1), distribuído por 25,4% com envolvimento ocular, 22,5% sistémico e 14,3% oral. Ao fim de cinco anos de seguimento, esta proporção aumenta para 65%, evidenciando progressão significativa do dano, com 34,2% dos doentes a apresentarem compromisso ocular, 21,7% oral e 40,8% sistémico. Estes dados sublinham que o dano acumulado não só é frequente como evolui de forma consistente ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos fatores preditores demonstra que níveis mais elevados de atividade da doença, medidos pelo ESSDAI, estão associados a maior risco de desenvolvimento de dano em todos os domínios. Por outro lado, sintomas mais intensos reportados pelos doentes, refletidos por valores elevados de ESSPRI, correlacionam-se especificamente com dano oral, enquanto um teste de Schirmer alterado surge como um forte preditor de dano ocular. Adicionalmente, a presença de autoanticorpos anti-Ro/La, níveis elevados de proteína C reativa e infeções orais recorrentes associam-se a um aumento do risco de dano em domínios específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros resultados apontam que diferentes manifestações da doença contribuem de forma independente para o dano sistémico, destacando-se o envolvimento glandular, do sistema nervoso periférico e pulmonar. Estas análises confirmam ainda que a atividade sistémica e os sintomas reportados pelos doentes representam dimensões complementares, mas independentes, da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conjunto, os resultados indicam que o dano irreversível na síndrome de Sjögren pode estar presente desde o diagnóstico e afetar precocemente vários órgãos. A identificação atempada de doentes com maior risco, com base em parâmetros clínicos, laboratoriais e na experiência do doente, poderá permitir intervenções mais precoces e dirigidas, com potencial para limitar a progressão do dano e melhorar o prognóstico a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://rmdopen.bmj.com/content/12/2/e006772" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Trombocitopenia afeta até 15% dos doentes com síndrome antifosfolipídica</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/trombocitopenia-afeta-ate-15-dos-doentes-com-sindrome-antifosfolipidica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trombocitopenia é uma manifestação relativamente frequente em doentes com síndrome antifosfolipídica (SAF) trombótica e também em indivíduos com presença persistente de anticorpos antifosfolipídicos (aPLA). Ainda assim, a sua prevalência e impacto clínico permanecem pouco caracterizados. Um novo estudo baseado no registo START-APS (Survey on AnTicoAgulated Patients-RegisTry on antiphospholipid antibodies) vem agora clarificar esta associação, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A trombocitopenia é uma manifestação relativamente frequente em doentes com síndrome antifosfolipídica (SAF) trombótica e também em indivíduos com presença persistente de anticorpos antifosfolipídicos (aPLA). Ainda assim, a sua prevalência e impacto clínico permanecem pouco caracterizados. Um novo estudo baseado no registo START-APS (<em>Survey on AnTicoAgulated Patients-RegisTry on antiphospholipid antibodies</em>) vem agora clarificar esta associação, evidenciando ligações relevantes com fenótipos imunológicos e comorbilidades cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise incluiu 464 participantes, dos quais 316 tinham diagnóstico de SAF e 148 eram portadores de aPLA. A idade média foi de 57,3 ± 15,6 anos, com predominância do sexo feminino (66,5%). Globalmente, 13,6% dos doentes apresentaram trombocitopenia (definida como plaquetas &lt;150 × 10⁹/L), sendo esta mais frequente nos doentes com SAF (15,2%) do que nos portadores de aPLA (10,1%), embora sem significância estatística (p = 0,138).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise multivariada demonstrou associações clinicamente relevantes. A presença de tripla positividade para aPLA associou-se a um aumento significativo do risco de trombocitopenia (OR 1,90; p = 0,002), tal como o livedo reticularis (OR 3,57; p = 0,029) e a insuficiência cardíaca (OR 4,52; p = 0,039). Curiosamente, o sexo feminino apresentou uma associação inversa (OR 0,59; p = 0,011), sugerindo possíveis diferenças de risco entre géneros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito às formas moderadas a graves de trombocitopenia (plaquetas &lt;100 × 10⁹/L), os resultados reforçam o papel de fatores de risco mais marcados: a tripla positividade apresentou uma forte associação (OR 5,44; p &lt; 0,001), bem como o antecedente de enfarte agudo do miocárdio (OR 6,52; p = 0,009).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados sugerem que a trombocitopenia pode surgir precocemente ao longo do espectro da doença, incluindo em portadores assintomáticos de aPLA, e não apenas em fases estabelecidas de SAF. A sua presença, particularmente em doentes com perfil imunológico de alto risco (tripla positividade) e envolvimento cardiovascular, poderá constituir um marcador de maior gravidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11739-026-04416-9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Literacia em doenças autoimunes: NEDAI lança guias para ajudar os doentes</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/literacia-em-doencas-autoimunes-nedai-lanca-guias-para-ajudar-os-doentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) lançou uma coleção de 15 guias de bolso sobre doenças autoimunes. As edições intituladas de &#8220;Viver com…&#8221; são gratuitas e dirigidas ao público em geral. Os guias explicam, em linguagem clara e acessível, o que são estas patologias, quais os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) lançou uma coleção de 15 guias de bolso sobre doenças autoimunes. As edições intituladas de &#8220;Viver com…&#8221; são gratuitas e dirigidas ao público em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os guias explicam, em linguagem clara e acessível, o que são estas patologias, quais os principais sintomas e os tratamentos disponíveis, abrangendo temas como Artrite Psoriátrica, Artrite Reumatóide, Doença de Behçet, Síndrome de Sjögren, Doença Mista do Tecido Conjuntivo, Esclerose Sistémica, Espondiloartrite, Fenómeno de Raynaud, Lúpus, Síndrome Antifosfolipídeo, Polimiosite e Dermatomiosite, Síndromes Autoinflamatórias e Uveíte, além de dois guias dedicados à gravidez em contexto de doença autoimune e ao tratamento não farmacológico destas patologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta iniciativa do NEDAI parte de uma premissa fundamental: capacitar o doente e promover a literacia em saúde no panorama das doenças autoimunes. Os guias foram pensados para conseguirem traduzir conceitos clínicos complexos numa linguagem simples, ajudar a esclarecer dúvidas frequentes sobre medicação e cuidados preventivos, e reforçar o diálogo entre médico e doente&#8221;, explica Carlos Carneiro, Coordenador do NEDAI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as ferramentas práticas incluídas nos guias estão modelos de diários de sintomas e listas de perguntas para levar à consulta, para ajudar o doente a estruturar a sua história clínica de forma mais clara e a comunicar melhor com a equipa médica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os guias estão disponíveis gratuitamente <a href="https://www.spmi.pt/nucleo-estudos-doencas-auto-imunes/#cidadao-nucleo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Doenças autoimunes quase duplicaram em 30 anos e continuam a aumentar a nível global</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/doencas-autoimunes-quase-duplicaram-em-30-anos-e-continuam-a-aumentar-a-nivel-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:07:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional recente, publicado na revista Medicine, revela que a prevalência global das doenças autoimunes quase duplicou entre 1990 e 2021, evidenciando um crescimento significativo deste grupo de patologias ao longo das últimas três décadas. Baseado em dados do Global Burden of Diseases 2021, o trabalho analisou várias doenças autoimunes de elevado impacto avaliando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo internacional recente, publicado na revista <em>Medicine</em>, revela que a prevalência global das doenças autoimunes quase duplicou entre 1990 e 2021, evidenciando um crescimento significativo deste grupo de patologias ao longo das últimas três décadas. Baseado em dados do <em>Global Burden of Diseases 2021</em>, o trabalho analisou várias doenças autoimunes de elevado impacto avaliando tendências por idade, sexo e região geográfica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que, apesar de algumas doenças apresentarem uma tendência de diminuição, como a doença inflamatória intestinal, a esclerose múltipla e a psoríase, outras continuam a crescer, com destaque para a diabetes tipo 1, cuja prevalência tem vindo a aumentar de forma consistente. Outras doenças mantêm tendências estáveis, como a alopecia areata, cardiopatia reumática e artrite reumatoide.&nbsp; No geral, a carga destas doenças mantém-se elevada, refletindo o seu impacto clínico, social e económico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo evidencia ainda diferenças marcadas ao longo do ciclo de vida. A prevalência das doenças autoimunes é mais baixa na infância, aumentando de forma significativa nos adultos jovens e de meia-idade. Paralelamente, observa-se uma maior incidência no sexo feminino, um padrão já descrito na literatura e que poderá estar relacionado com fatores hormonais, embora os mecanismos exatos permaneçam pouco esclarecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As projeções dos investigadores indicam que a prevalência global continuará a aumentar até cerca de 2032, seguindo-se uma fase de abrandamento progressivo até 2050. Ainda assim, o envelhecimento populacional poderá manter elevada a carga total destas doenças nos sistemas de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12795021/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Liga de Portugal e NEDAI unem esforços pela literacia em saúde através do futebol</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/liga-de-portugal-e-nedai-unem-esforcos-pela-literacia-em-saude-atraves-do-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Carneiro, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-Imunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), e Reinaldo Teixeira, presidente da Liga de Portugal, assinaram, durante o XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, um protocolo estratégico com o objetivo de reforçar a formação, a literacia em saúde e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Carneiro</strong>, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-Imunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), e <strong>Reinaldo Teixeira</strong>, presidente da Liga de Portugal, assinaram, durante o <em>XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, um protocolo estratégico com o objetivo de reforçar a formação, a literacia em saúde e o diagnóstico precoce na sociedade civil. O momento da assinatura assinala uma aliança que pretende usar o impacto cultural e a transversalidade do futebol para promover o bem-estar e aproximar a Medicina dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde e sociedade civil em primeiro lugar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O protocolo agora estabelecido pretende ir muito além do plano estrito da investigação clínica, focando-se no impacto real junto dos doentes. Durante a cerimónia, Carlos Carneiro destacou que a parceria abre portas essenciais para a consciencialização pública, especialmente junto das universidades e das camadas mais jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este protocolo vai mais além do que os estudos das doenças autoimunes ambicionam&#8221;, afirmou Carlos Carneiro. O especialista explicou que este passo vai permitir alcançar metas cruciais: &#8220;Não só o ponto de vista da atualização, mas também da formação, e sobretudo o impacto e a nossa prioridade que temos em termos de alcançarmos um rastreio mais precoce e uma aposta na literacia da saúde&#8221;, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do NEDAI recordou ainda o peso que a cultura desportiva tem no quotidiano dos portugueses para justificar a importância da cooperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O compromisso do futebol &#8220;além das quatro linhas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Reinaldo Teixeira sublinhou o papel da Liga de Portugal enquanto agente ativo de transformação social. Para o dirigente, a enorme capacidade de mobilização do futebol deve ser canalizada para o apoio a causas nobres, como a Saúde Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para a Liga é um privilégio fazer este protocolo, aliás, a Liga e o futebol têm essa grande obrigação, na forma de ações sociais e estar o mais perto possível da população e dos adeptos&#8221;, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Liga defendeu que a missão do futebol não se limita ao espetáculo nos estádios, sendo imperativo &#8220;jogar em terra e além das quatro linhas&#8221;. Mostrou-se ainda totalmente recetivo a utilizar a visibilidade das jornadas competitivas para difundir recomendações médicas e boas práticas. &#8220;O futebol tem essa grande obrigação que é promover as boas práticas, promover as boas ações&#8221;, rematou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assinatura do protocolo decorreu no dia 20 de junho, durante o <em>XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, em Penafiel.</p>



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		<title>Tratamento com células CAR-T demonstra remissão sustentada em três doenças autoimunes</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/tratamento-com-celulas-car-t-demonstra-remissao-sustentada-em-tres-doencas-autoimunes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo clínico CASTLE de fase 1/2a publicado na revista Nature Medicine avaliou uma nova aplicação da terapia CAR-T autóloga dirigida ao CD19, em doentes com lúpus eritematoso sistémico (LES), esclerose sistémica (ES) e miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) resistentes ao tratamento convencional. No total, foram incluídos 24 doentes, dos quais 10 com LES, 9 com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo clínico <em>CASTLE </em>de fase 1/2a publicado na revista <em>Nature Medicine</em> avaliou uma nova aplicação da terapia CAR-T autóloga dirigida ao CD19, em doentes com lúpus eritematoso sistémico (LES), esclerose sistémica (ES) e miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) resistentes ao tratamento convencional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, foram incluídos 24 doentes, dos quais 10 com LES, 9 com ES e 5 com MII, todos submetidos a uma única infusão de células CART-T após suspensão da terapêutica imunossupressora e realização de um regime de linfodepleção com ciclofosfamida e fludarabina. O estudo atingiu os seus objetivos primários e secundários, destacando-se um perfil de segurança favorável, sem ocorrência de síndrome de libertação de citocinas (SLC) de grau superior a 2 nem eventos neurológicos graves associados à terapia celular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos de eficácia clínica, 22 dos 24 doentes (92%) atingiram os desfechos predefinidos. No grupo do LES, 9 em 10 doentes (90%) alcançaram remissão segundo os critérios DORIS. Na ES, todos os 9 doentes (100%) não apresentaram progressão da doença pulmonar intersticial, enquanto nas MII 4 em 5 doentes (80%) obtiveram uma resposta maior ou moderada de acordo com os critérios do <em>American College of Rheumatology</em> (ACR). Adicionalmente, todos os participantes permaneceram sem necessidade de glucocorticoides ou outros imunossupressores durante as 24 semanas de seguimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do estudo CASTLE sugerem que a terapia CAR-T pode ser viável, segura e altamente eficaz em diferentes doenças autoimunes mediadas por células B, abrindo caminho para a realização de um estudo pivotal que confirme estes achados e avalie a sua durabilidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41501497/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Sobreposição nas doenças autoimunes ocorre em quase um quarto dos doentes</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/sobreposicao-nas-doencas-autoimunes-ocorre-em-quase-um-quarto-dos-doentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 09:17:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado em Taiwan, publicado na revista científica Seminars in Arthritis and Rheumatism, demonstra que quase um quarto dos doentes com doenças autoimunes desenvolve formas de sobreposição de doença, com maior risco concentrado nos primeiros anos após o diagnóstico inicial. A investigação analisou 235.592 doentes com diagnóstico recente de uma entre nove doenças autoimunes, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo realizado em Taiwan, publicado na revista científica <em>Seminars in Arthritis and Rheumatism</em>, demonstra que quase um quarto dos doentes com doenças autoimunes desenvolve formas de sobreposição de doença, com maior risco concentrado nos primeiros anos após o diagnóstico inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou 235.592 doentes com diagnóstico recente de uma entre nove doenças autoimunes, entre 2000 e 2022, recorrendo à base de dados do Seguro Nacional de Saúde de Taiwan. Os autores definiram síndrome de sobreposição como “coocorrente” quando o segundo diagnóstico ocorria até três meses após o primeiro, e “sequencial” quando surgia depois desse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que 22,2% dos doentes desenvolveram uma síndrome de sobreposição. A idade mais jovem no início da doença (46,0 anos <em>versus </em>51,1 anos) e o sexo feminino estiveram significativamente associados às formas sequenciais de sobreposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os padrões observados, as sobreposições concomitantes foram mais frequentes na combinação de síndrome de Sjögren com lúpus eritematoso sistémico, representando 48,2% destes casos. Já nas sobreposições sequenciais, a artrite reumatoide foi o diagnóstico inicial mais comum (36,1%), enquanto a síndrome de Sjögren surgiu frequentemente como segundo diagnóstico autoimune.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos achados mais relevantes do estudo é a identificação de um período crítico de risco pois a probabilidade de desenvolver uma segunda doença reumática autoimune é mais elevada nos primeiros três anos após o diagnóstico inicial, diminuindo depois de forma acentuada, o que define uma janela de vigilância intensificada entre os três e quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que as doenças autoimunes sobrepostas afetam uma proporção significativa de doentes e que fatores como idade e sexo devem ser considerados na monitorização clínica, sobretudo no período inicial após o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42269229/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<item>
		<title>Quando o excesso de peso influencia a autoimunidade: a obesidade como fator de risco</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/quando-o-excesso-de-peso-influencia-a-autoimunidade-a-obesidade-como-fator-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo reforça a evidência de que a obesidade pode desempenhar um papel relevante no aumento do risco de doenças autoimunes. Embora a obesidade já seja reconhecida como um estado pró-inflamatório associado a múltiplos desfechos metabólicos e cardiovasculares adversos, a sua relação com a autoimunidade ainda não era totalmente clara. Para colmatar esta lacuna, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo reforça a evidência de que a obesidade pode desempenhar um papel relevante no aumento do risco de doenças autoimunes. Embora a obesidade já seja reconhecida como um estado pró-inflamatório associado a múltiplos desfechos metabólicos e cardiovasculares adversos, a sua relação com a autoimunidade ainda não era totalmente clara. Para colmatar esta lacuna, investigadores internacionais analisaram a associação entre obesidade (IMC &gt; 30 kg/m²) e o risco ou prevalência de várias doenças autoimunes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão incluiu 26 estudos, entre os quais 8 transversais e 18 longitudinais, selecionados a partir de mais de 1.300 registos iniciais. Os resultados demonstraram que a obesidade está associada a um aumento da prevalência e incidência de várias patologias autoimunes quando comparada com indivíduos com peso normal (IMC &lt; 25 kg/m²). Entre os principais achados, destaca-se o aumento da prevalência de artrite reumatoide e psoríase (OR = 1,11 [1,06, 1,16], p  &lt; 0,00001; OR = 1,35 [1,14, 1,59], p  = 0,0004, respectivamente), bem como um maior risco de desenvolvimento destas doenças ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostraram ainda uma associação significativa entre obesidade e o risco de esclerose múltipla (HR = 1,49 [1,25, 1,77], p  &lt; 0,00001), assim como de doença inflamatória intestinal, incluindo doença de Crohn e colite ulcerosa (HR = 1,35 [1,11, 1,65], p  &lt; 0,003). Globalmente, verificou-se também um aumento do risco de desenvolver qualquer doença autoimune em indivíduos com obesidade (HR = 1,41 [1,24, 1,62], p  &lt; 0,00001), reforçando a consistência do padrão observado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar destes resultados, os autores sublinham que ainda não é possível estabelecer uma relação causal definitiva para cada doença individualmente. No entanto, a evidência disponível sugere que o estado inflamatório crónico associado à obesidade pode contribuir para a desregulação do sistema imunitário, aumentando a suscetibilidade a doenças autoimunes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/oby.70044" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Internistas portugueses relatam caso raro de vasculite associada VIH</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/internistas-portugueses-relatam-caso-raro-de-vasculite-associada-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de Medicina Interna da ULS de São João divulgou um caso raro de vasculite associada ao VIH, destacando o papel desta entidade como manifestação inflamatória sistémica potencialmente subdiagnosticada. O caso envolve uma mulher de 62 anos que foi inicialmente observada em consulta de doenças autoimunes por perda auditiva neurossensorial flutuante no ouvido esquerdo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa de Medicina Interna da ULS de São João divulgou um caso raro de vasculite associada ao VIH, destacando o papel desta entidade como manifestação inflamatória sistémica potencialmente subdiagnosticada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolve uma mulher de 62 anos que foi inicialmente observada em consulta de doenças autoimunes por perda auditiva neurossensorial flutuante no ouvido esquerdo, com evolução de cerca de dois anos e resposta parcial a corticosteroides. Um ano antes dessa avaliação, a doente tinha apresentado paralisia de Bell, considerada de origem pós-viral e igualmente resolvida com corticoterapia. Ao longo do tempo, surgiu um quadro de infeções respiratórias de repetição e febre baixa persistente, o que reforçou a suspeita de doença sistémica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência da investigação clínica, a doente desenvolveu lesões cutâneas compatíveis com psoríase gutata e linfadenopatias cervicais e submandibulares. Os exames laboratoriais acabaram por confirmar infeção por VIH-1 e a avaliação por PET-CT revelou linfadenopatia hipermetabólica generalizada e sinais de aortite ativa, sugerindo um processo inflamatório sistémico associado à infeção viral. Foi então iniciada terapêutica antirretroviral com dolutegravir/lamivudina, após o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o início do tratamento, observou-se resolução completa das lesões cutâneas e ausência de recorrência dos episódios de perda auditiva e paralisia facial, sugerindo uma forte relação entre a atividade inflamatória e a infeção viral não controlada. A vasculite associada ao VIH é considerada rara, podendo envolver vasos de diferentes calibres, e a sua fisiopatologia inclui mecanismos como dano endotelial direto pelo vírus, deposição de imunocomplexos e ativação de citocinas pró-inflamatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, os autores sugerem que a perda auditiva neurossensorial flutuante e a paralisia de Bell poderão ter resultado de vasculite de pequenos vasos ou de lesão nervosa direta associada ao VIH, enquanto a presença de aortite reforça o envolvimento vascular sistémico. A psoríase gutata, entretanto surgida, terá sido provavelmente desencadeada pela desregulação imunitária associada à infeção aguda. A resolução das manifestações após início da terapêutica antirretroviral destaca o papel central da supressão viral na melhoria da inflamação sistémica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem multidisciplinar foi essencial para o diagnóstico e gestão clínica, e os autores reforçam que o início precoce da terapêutica antirretroviral continua a ser determinante para controlar a inflamação, prevenir complicações e melhorar o prognóstico a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o caso completo <a href="https://www.cureus.com/articles/354205#!/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Depressão em doentes com lúpus eritematoso sistémico associada a múltiplos fatores de risco clínicos e sociais</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/depressao-em-doentes-com-lupus-eritematoso-sistemico-associada-a-multiplos-fatores-de-risco-clinicos-e-sociais-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma revisão sistemática recente, que incluiu 26 estudos observacionais e 8.960 doentes adultos com lúpus eritematoso sistémico (LES), reforça a elevada carga de saúde mental associada à doença, demonstrando que a depressão é uma comorbilidade frequente e resulta da interação de múltiplos fatores clínicos, demográficos e psicossociais. A análise estatística permitiu identificar um conjunto consistente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão sistemática recente, que incluiu 26 estudos observacionais e 8.960 doentes adultos com lúpus eritematoso sistémico (LES), reforça a elevada carga de saúde mental associada à doença, demonstrando que a depressão é uma comorbilidade frequente e resulta da interação de múltiplos fatores clínicos, demográficos e psicossociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise estatística permitiu identificar um conjunto consistente de fatores associados a maior risco de depressão, ainda que com heterogeneidade entre estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais fatores de risco destacam-se condições socioeconómicas adversas, como dificuldades económicas (OR 6,05), desemprego (OR 3,06) e menor escolaridade (OR 2,21). Do ponto de vista clínico, sobressaem o uso de doses elevadas de glicocorticoides (OR 7,72), maior atividade da doença (OR 3,15), presença de comorbilidades (OR 2,20), tabagismo (OR 3,17) e maior intensidade de fadiga (OR 1,23 por unidade de aumento).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, a idade mais jovem surgiu associada a maior risco de depressão (OR 1,97), sugerindo uma vulnerabilidade particular em fases mais precoces da vida adulta com doença sistémica ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que, apesar da robustez global dos resultados, foi observada heterogeneidade significativa entre estudos, parcialmente explicada por diferenças geográficas e pelos instrumentos utilizados na avaliação da depressão. Foi ainda detetado viés de publicação, embora sem impacto relevante nas conclusões após análises de sensibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista clínico, os resultados reforçam a importância de uma abordagem multidisciplinar no LES, integrando a avaliação sistemática da saúde mental na prática reumatológica e internista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência agora consolidada aponta para a necessidade de estratégias de intervenção precoce e personalizadas, com o objetivo de reduzir o impacto funcional e prognóstico da depressão nesta população clínica complexa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12960599/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/atualidade/depressao-em-doentes-com-lupus-eritematoso-sistemico-associada-a-multiplos-fatores-de-risco-clinicos-e-sociais-2/">Depressão em doentes com lúpus eritematoso sistémico associada a múltiplos fatores de risco clínicos e sociais</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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