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	<title>Joana Graça, autor em My Imunologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde dedicados à Imunologia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 15:53:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Joana Graça, autor em My Imunologia</title>
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		<title>Tratar a artrite reumatoide &#8220;além das guidelines&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No que concerne à sessão &#8220;Rheumatoid Arthritis Treatment Options – Beyond the Guidelines&#8221;, que decorreu durante XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, António Marinho alerta que a comunidade médica está a falhar ao focar-se quase exclusivamente na doença articular. O especialista da ULS Santo António defende uma revisão urgente na abordagem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No que concerne à sessão &#8220;Rheumatoid Arthritis Treatment Options – Beyond the Guidelines&#8221;, que decorreu durante <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity</em> e <em>XII National Congress of NEDAI</em>, <strong>António Marinho</strong> alerta que a comunidade médica está a falhar ao focar-se quase exclusivamente na doença articular. O especialista da ULS Santo António defende uma revisão urgente na abordagem da artrite reumatoide, e salienta que as recomendações atuais deixam de fora manifestações sistémicas graves, como os riscos cardiovasculares, infeciosos e oncológicos. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1203866840?h=89ce299fb9&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Tratar a artrite reumatoide &quot;além das guidelines&quot;"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o que se faz hoje no tratamento da artrite reumatoide, António Marinho refere que o erro começa quando não se encara a patologia na sua plenitude multissistémica: &#8220;Estamos a fazer mal ao não olhar a artrite reumatoide inteiramente como uma doença sistémica. Porque focamos muito o nosso centro na terapêutica para a doença articular e não estamos, do meu ponto de vista, a fazer o trabalho correto na prevenção cardiovascular, na prevenção de eventos oncológicos&#8221;, salienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico recorda que, graças às novas terapêuticas, os doentes vivem agora muito mais tempo, o que faz emergir problemas crónicos que antes eram secundários. Para António Marinho, a agressividade da doença exige que se trate &#8220;a equação toda da mesma maneira que estamos a tratar a articulação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o diagnóstico e a intervenção da dor e da rigidez articular são céleres para colocar o doente em remissão, os outros fatores são negligenciados, gerando surpresas clínicas evitáveis. O médico clarifica a gravidade do cenário com uma distinção crucial: &#8220;A maior parte dos reumatoides não têm risco cardiovascular, têm doença cardiovascular, que são coisas diferentes. A maior parte dos reumatoides têm risco oncológico acrescido só pela sua doença. Têm risco infecioso acrescido só pela sua doença. E nós, não estamos de facto ainda a fazer o painel todo na mesma linha estrita que estamos a fazer com a articulação&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os próximos anos, o clínico não antecipa que a mudança no algoritmo venha apenas pelo surgimento isolado de novas moléculas convencionais e reflete que vai passar essencialmente por “alterações na estratégia em que se vai integrar nas recomendações de outros aspetos não articulares da doença e pela forma como devemos lidar com os aspetos não articulares da doença&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A longo prazo, o especialista admite a necessidade de recorrer a terapias combinadas, apesar dos riscos atualmente inaceitáveis, e expressa o desejo de ver surgir uma solução verdadeiramente disruptiva no mercado.</p>
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		<title>Espondiloartropatias: tratamento precoce é fundamental para evitar danos e controlar o risco cardiovascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, João Fonseca Oliveira, especialista em Medicina Interna na ULS São José, foi orador durante o simpósido promovido pela Novartis, e sublinhou a importância crucial da &#8220;janela de oportunidade&#8221; no tratamento das espondiloartropatias. Com base em dez anos de experiência clínica com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, <strong>João Fonseca Oliveira</strong>, especialista em Medicina Interna na ULS São José, foi orador durante o simpósido promovido pela Novartis, e sublinhou a importância crucial da &#8220;janela de oportunidade&#8221; no tratamento das espondiloartropatias. Com base em dez anos de experiência clínica com o secucinumab, o especialista destacou que a intervenção precoce é a chave para o controlo clínico e imagiológico da doença, além de mitigar riscos sistémicos invisíveis, como o cardiovascular.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1207789588?h=9793d119e2&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Espondiloartropatias: tratamento precoce é fundamental para evitar danos e controlar o risco cardiovascular"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">O <em>timing</em> do diagnóstico e o início imediato da terapêutica assumem um papel determinante no prognóstico dos doentes com espondiloartropatias. De acordo com João Fonseca Oliveira, a evidência acumulada na última década reforça que o tempo é um fator precioso no controlo destas patologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As espondiloartropatias realmente são doenças em que o timing, a janela de oportunidade para tratar estas doenças, é muito importante. E o que conseguimos perceber ao longo deste tempo e destes 10 anos com o secucinumab é que, quanto mais cedo tratarmos, menos dano vamos ter e mais facilmente conseguimos controlar os doentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante este cenário, o especialista defende que a estratégia terapêutica deve ser delineada de forma célere e integrada logo após a confirmação do diagnóstico: &#8220;Nesse contexto, logo após o diagnóstico podemos começar a pensar muito rapidamente como é que conseguimos controlar, seja do ponto de vista clínico, seja do ponto de vista imagiológico.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das manifestações articulares e visíveis da doença, João Fonseca Oliveira alertou para a dimensão sistémica e &#8220;invisível&#8221; das espondiloartropatias. A inflamação crónica subjacente a estas patologias tem um impacto direto no sistema cardiovascular, uma preocupação central para a Medicina Interna. &#8220;Muitas destas patologias estão associadas também, pela sua inflamação, a um risco cardiovascular bastante acrescido. Portanto, é uma inflamação que nós não vemos, mas que também temos que controlar”, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em> decorreu de 17 a 20 de junho, em Penafiel.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a última década transformou o prognóstico e a autonomia dos doentes com espondiloartrite</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/como-a-ultima-decada-transformou-o-prognostico-e-a-autonomia-dos-doentes-com-espondiloartrite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À margem da XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, Bruno Grima, especialista em Medicina Interna na ULS Amadora/Sintra, foi moderador do simpósio promovido pela Novartis, onde analisou a profunda evolução no tratamento das espondiloartrites ao longo da última década. O especialista destacou como a introdução de novas armas biológicas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">À margem da <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, <strong>Bruno Grima</strong>, especialista em Medicina Interna na ULS Amadora/Sintra, foi moderador do simpósio promovido pela Novartis, onde analisou a profunda evolução no tratamento das espondiloartrites ao longo da última década. O especialista destacou como a introdução de novas armas biológicas e a aposta numa intervenção precoce revolucionaram o prognóstico e o quotidiano dos doentes. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1207789587?h=b5fc6cfa21&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Como a última década transformou o prognóstico e a autonomia dos doentes com espondiloartrite"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">Há cerca de uma década, o panorama clínico para quem sofria de espondiloartrite era consideravelmente mais complexo devido à escassez de opções médicas. Bruno Grima recorda que, até há relativamente poucos anos, as equipas de saúde dispunham de ferramentas limitadas para travar a progressão da patologia: &#8220;Tínhamos um leque de medicamentos mais reduzido e, nos doentes que não respondiam tão bem a esses medicamentos iniciais, não tínhamos terapêuticas alternativas&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A introdução de moléculas inovadoras, como o secucinumab, representou um marco essencial para colmatar esta lacuna na Reumatologia e na Imunologia clínica. De acordo com o especialista, este fármaco surgiu como &#8220;uma primeira alternativa à terapêutica biológica que já existia, sendo muito eficaz e sendo mais indicado nalgumas situações particulares&#8221;. A sua integração clínica trouxe uma nova esperança e respostas eficazes para os doentes que falhavam as linhas de tratamento iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da eficácia dos novos medicamentos, Bruno Grima sublinhou que o momento em que o tratamento é iniciado desempenha um papel crucial no sucesso terapêutico. A agilidade em desenhar uma estratégia clínica logo após o aparecimento dos primeiros sintomas é determinante para o futuro do paciente, uma vez que &#8220;a terapêutica mais precoce, obviamente neste tipo de doenças, melhora muito a qualidade de vida dos doentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o médico enfatizou que o grande propósito destas abordagens modernas é reverter o caráter outrora devastador da patologia e assegurar a autonomia de quem vive com ela. O tratamento atempado com biológicos inovadores &#8220;permite parar a progressão da doença, permite evitar que exista dano permanente, nomeadamente articular, e permite aos doentes terem uma vida normal, sem sequelas de uma doença que pode ser muito incapacitante&#8221;, conclui, alertando para os riscos do atraso no diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em> decorreu de 17 a 20 de junho, em Penafiel.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Building Bridges&#8221; na autoimunidade: NEDAI aposta na rede nacional, multidisciplinaridade e proximidade com os Doentes</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/building-bridges-na-autoimunidade-nedai-aposta-na-rede-nacional-multidisciplinaridade-e-proximidade-com-os-doentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:44:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Carneiro, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes (NEDAI), faz um balanço do trabalho desenvolvido para reduzir assimetrias regionais e promover a partilha de conhecimento médico de norte a sul do país. Tendo como pano de fundo o Congresso Nacional cujo mote é &#8220;Building Bridges”, o especialista destaca a importância da visão multidisciplinar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Carneiro</strong>, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes (NEDAI), faz um balanço do trabalho desenvolvido para reduzir assimetrias regionais e promover a partilha de conhecimento médico de norte a sul do país. Tendo como pano de fundo o Congresso Nacional cujo mote é &#8220;Building Bridges”, o especialista destaca a importância da visão multidisciplinar na prática clínica, a criação do Registo Nacional e os planos futuros que pretendem aproximar de forma inédita os profissionais de saúde da comunidade civil e das associações de doentes. Assista à entrevista.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1203866842?h=09f599070f&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="&quot;Building Bridges&quot; na autoimunidade: NEDAI aposta na rede nacional, multidisciplinaridade e proximidade com os Doentes"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Carlos Carneiro definiu como prioridade máxima o estabelecimento de pontes e a aposta &#8220;na diferenciação e na formação&#8221; dos médicos portugueses. Uma das principais estratégias para esbater as assimetrias passou por dar protagonismo aos centros hospitalares periféricos ou de menor dimensão, que frequentemente &#8220;acabam por muitas vezes resolver tanto ou mais do que os outros centros mais conhecidos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este esforço contínuo culminou no Congresso Nacional, intitulado Building Bridges. O evento serviu simultaneamente de ponto de partida e &#8220;ponto de chegada&#8221; para reforçar as alianças criadas nos últimos anos. &#8220;É muito importante que, além dessa inclusão, possamos apostar numa afirmação das várias unidades de doenças autoimunes que estão espalhadas pelo país e que realmente assumem um papel muito preponderante na afirmação da autoimunidade em Portugal&#8221;, sublinha o presidente do NEDAI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dada a natureza complexa destas patologias, o trabalho multidisciplinar deixou de ser uma opção para se tornar uma exigência clínica. Reconhecendo que &#8220;o caminho é longo, mas o caminho faz-se caminhando&#8221;, Carlos Carneiro defende que se devem utilizar todos os meios para promover essa integração. Olhando para o futuro, o NEDAI traça objetivos claros. O primeiro passo prioritário é conhecer com exatidão a realidade portuguesa, a sua incidência e prevalência, através do &#8220;registo nacional de doenças autoimunes&#8221;, descrito como crucial na &#8220;afirmação deste mesmo processo&#8221;. A segunda prioridade reside na continuidade da aposta na academia de formação, que este ano atingiu recordes absolutos de inscrições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o especialista sublinha que um dos maiores desafios é garantir &#8220;que nunca possamos de alguma forma aumentar o hiato que existe entre a comunidade&#8221;. Carlos Carneiro conclui, lembrando o verdadeiro foco da Medicina: &#8220;Temos a responsabilidade que é muito importante nós assumirmos perante os doentes, que são aqueles que mais nos procuram, um grau de competência e de exigência que realmente nos possa estar perante os problemas, sejam mais adversos&#8221;.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/building-bridges-na-autoimunidade-nedai-aposta-na-rede-nacional-multidisciplinaridade-e-proximidade-com-os-doentes/">&#8220;Building Bridges&#8221; na autoimunidade: NEDAI aposta na rede nacional, multidisciplinaridade e proximidade com os Doentes</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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		<title>“O principal objetivo foi criar um programa que refletisse os desafios atuais e as oportunidades futuras da autoimunidade”</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/o-principal-objetivo-foi-criar-um-programa-que-refletisse-os-desafios-atuais-e-as-oportunidades-futuras-da-autoimunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 11:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente do XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, Natália Oliveira, faz um balanço do evento que reuniu o Núcleo de Estudos das Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. A forte participação nacional e internacional vem, assim, “reforçar o posicionamento do Congresso Nacional de Autoimunidade como um espaço [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/o-principal-objetivo-foi-criar-um-programa-que-refletisse-os-desafios-atuais-e-as-oportunidades-futuras-da-autoimunidade/">“O principal objetivo foi criar um programa que refletisse os desafios atuais e as oportunidades futuras da autoimunidade”</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A presidente do <em>XXXI Annual Meeting of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, <strong>Natália Oliveira</strong>, faz um balanço do evento que reuniu o Núcleo de Estudos das Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. A forte participação nacional e internacional vem, assim, “reforçar o posicionamento do Congresso Nacional de Autoimunidade como um espaço de referência para a partilha de conhecimento e para a construção de projetos futuros”, reflete. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais foram os principais objetivos na construção do programa científico deste congresso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Natália Oliveira (NO) |</strong> O principal objetivo foi criar um programa que refletisse os desafios atuais e as oportunidades futuras da autoimunidade, promovendo simultaneamente atualização científica, discussão multidisciplinar e partilha de experiências. Procurámos reunir especialistas nacionais e internacionais de reconhecida excelência, abordar temas emergentes e criar espaços de debate que permitissem transformar o conhecimento científico em benefícios concretos para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve também uma forte aposta na formação, através dos cursos pré-congresso, das sessões dirigidas aos Cuidados de Saúde Primários, dos formatos interativos de aprendizagem e da valorização da participação de médicos em formação e jovens investigadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | O tema “Building Bridges to the Future” reflete que necessidades concretas na área da autoimunidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NO | </strong>Este tema nasceu da necessidade de aproximar diferentes dimensões da autoimunidade que muitas vezes evoluem em paralelo. Reflete a importância de criar pontes entre a investigação e a prática clínica, entre diferentes especialidades, entre instituições nacionais e internacionais e entre gerações de profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa área marcada pela rápida evolução do conhecimento, pela Medicina personalizada, pela inteligência artificial e pelo desenvolvimento de novas terapêuticas, torna-se essencial promover colaboração, partilha de conhecimento e inovação responsável. Mas construir pontes significa também aproximar a ciência da sociedade e dos doentes, reforçando a literacia em saúde e o envolvimento ativo dos cidadãos nos seus cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Como foi pensada a integração entre investigação, prática clínica e formação neste congresso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NO | </strong>A integração destes três pilares esteve presente desde a conceção do programa. Tivemos sessões dedicadas aos avanços da investigação translacional, incluindo terapias génicas e celulares, imunopatologia, inteligência artificial e big data, mas sempre associadas às implicações práticas para o diagnóstico e tratamento dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, investimos fortemente na componente formativa através de cursos pré-congresso inovadores, nomeadamente o <em>Clinical Escape Room</em>, que introduziu metodologias pedagógicas diferenciadoras na abordagem do lúpus e dos seus diagnósticos diferenciais, e o curso <em>APS in Clinical Practice</em>, realizado em parceria com o <em>European Forum on Antiphospholipid Antibodies</em>, que trouxe ao congresso alguns dos mais reconhecidos especialistas nacionais e internacionais na área da síndrome antifosfolípida. Promovemos igualmente um <em>Networking with General Practitioners</em>, dedicado ao reforço da articulação entre a autoimunidade e os Cuidados de Saúde Primários, bem como formatos interativos baseados em casos clínicos. O objetivo foi criar oportunidades de aprendizagem, partilha de experiências e colaboração entre diferentes níveis de cuidados, aproximando a investigação, a formação e a prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que temas ou sessões gostaria de destacar e quais as principais mensagens que gostaria que os colegas levassem deste evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NO |</strong> Seria difícil destacar apenas uma sessão, porque procurámos construir um programa muito equilibrado e abrangente, refletindo a diversidade e a complexidade da autoimunidade. Ao longo do congresso abordámos temas que vão desde os avanços na imunopatologia e nas novas estratégias terapêuticas até ao papel crescente da Medicina de precisão, da inteligência artificial e das novas tecnologias na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mantivemos também uma forte aposta na formação, na discussão multidisciplinar e na criação de oportunidades de interação entre especialistas, médicos em formação e investigadores, acreditando que o progresso nesta área depende da partilha de conhecimento e da colaboração entre diferentes profissionais e instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta edição teve ainda uma dimensão particularmente especial pela integração do congresso na Semana da Saúde de Penafiel, fruto da excelente colaboração com a Câmara Municipal de Penafiel. Esta parceria permitiu ampliar o impacto do evento além da comunidade científica, aproximando a autoimunidade da sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, promovemos diversas iniciativas dirigidas à comunidade, incluindo uma sessão para doentes, palestras na CESPU e no ISCE Douro, uma tertúlia dedicada à sustentabilidade em saúde, a exposição Endscape e a caminhada “Sentir os Jardins”, em parceria com o projeto MenosPausa MaisMovimento. Estas atividades permitiram sensibilizar diferentes públicos para as doenças autoimunes e reforçar a importância da literacia em saúde, um aspeto fundamental para o diagnóstico precoce, a adesão terapêutica e a participação ativa dos doentes nos seus cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adesão superou as expectativas e demonstrou a importância de continuar a criar espaços de diálogo entre profissionais de saúde, doentes, estudantes e comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tivesse de resumir a principal mensagem deste congresso, diria que o futuro da autoimunidade se constrói através da colaboração. Precisamos de continuar a criar pontes entre investigação e prática clínica, entre diferentes especialidades e instituições, e entre a ciência e a sociedade, para que todo o progresso científico se traduza em melhores cuidados e melhor qualidade de vida para os nossos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que balanço faz da participação nacional e internacional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NO | </strong>O balanço é extremamente positivo. Tivemos uma participação que superou as expectativas, com uma forte adesão de profissionais de todo o país e uma presença internacional muito relevante, contando com alguns dos nomes mais reconhecidos da autoimunidade europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta diversidade permitiu enriquecer a discussão científica, promover novas colaborações e reforçar o posicionamento do Congresso Nacional de Autoimunidade como um espaço de referência para a partilha de conhecimento e para a construção de projetos futuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gostaria igualmente de destacar a excelente colaboração estabelecida com a Câmara Municipal de Penafiel, que acolheu o congresso no âmbito da Semana da Saúde. Esta parceria permitiu ampliar significativamente o impacto do evento, aproximando a autoimunidade da comunidade e promovendo iniciativas dirigidas a diferentes públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que impacto espera que este congresso tenha na prática clínica em Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NO | </strong>Espero que este congresso contribua para uma prática clínica cada vez mais integrada, atualizada e centrada nos doentes. O contacto com novas evidências científicas, novas abordagens diagnósticas e terapêuticas e novas ferramentas tecnológicas deverá traduzir-se numa melhoria dos cuidados prestados.<br>Mas espero igualmente que o impacto se faça sentir através do reforço das redes de colaboração entre profissionais e instituições, da valorização da abordagem multidisciplinar e da capacitação das novas gerações de clínicos e investigadores que irão liderar o futuro da autoimunidade em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da dimensão estritamente científica, considero fundamental o impacto na promoção da literacia em saúde. Uma sociedade mais informada reconhece mais precocemente os sinais de doença, participa de forma mais ativa nas decisões terapêuticas e estabelece uma relação mais próxima com os profissionais de saúde. Esse é também um investimento no futuro dos cuidados.</p>
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		<title>Liga de Portugal e NEDAI unem esforços pela literacia em saúde através do futebol</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/liga-de-portugal-e-nedai-unem-esforcos-pela-literacia-em-saude-atraves-do-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Carneiro, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-Imunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), e Reinaldo Teixeira, presidente da Liga de Portugal, assinaram, durante o XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI, um protocolo estratégico com o objetivo de reforçar a formação, a literacia em saúde e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Carneiro</strong>, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-Imunes (NEDAI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), e <strong>Reinaldo Teixeira</strong>, presidente da Liga de Portugal, assinaram, durante o <em>XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, um protocolo estratégico com o objetivo de reforçar a formação, a literacia em saúde e o diagnóstico precoce na sociedade civil. O momento da assinatura assinala uma aliança que pretende usar o impacto cultural e a transversalidade do futebol para promover o bem-estar e aproximar a Medicina dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde e sociedade civil em primeiro lugar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O protocolo agora estabelecido pretende ir muito além do plano estrito da investigação clínica, focando-se no impacto real junto dos doentes. Durante a cerimónia, Carlos Carneiro destacou que a parceria abre portas essenciais para a consciencialização pública, especialmente junto das universidades e das camadas mais jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este protocolo vai mais além do que os estudos das doenças autoimunes ambicionam&#8221;, afirmou Carlos Carneiro. O especialista explicou que este passo vai permitir alcançar metas cruciais: &#8220;Não só o ponto de vista da atualização, mas também da formação, e sobretudo o impacto e a nossa prioridade que temos em termos de alcançarmos um rastreio mais precoce e uma aposta na literacia da saúde&#8221;, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do NEDAI recordou ainda o peso que a cultura desportiva tem no quotidiano dos portugueses para justificar a importância da cooperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O compromisso do futebol &#8220;além das quatro linhas&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Reinaldo Teixeira sublinhou o papel da Liga de Portugal enquanto agente ativo de transformação social. Para o dirigente, a enorme capacidade de mobilização do futebol deve ser canalizada para o apoio a causas nobres, como a Saúde Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para a Liga é um privilégio fazer este protocolo, aliás, a Liga e o futebol têm essa grande obrigação, na forma de ações sociais e estar o mais perto possível da população e dos adeptos&#8221;, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Liga defendeu que a missão do futebol não se limita ao espetáculo nos estádios, sendo imperativo &#8220;jogar em terra e além das quatro linhas&#8221;. Mostrou-se ainda totalmente recetivo a utilizar a visibilidade das jornadas competitivas para difundir recomendações médicas e boas práticas. &#8220;O futebol tem essa grande obrigação que é promover as boas práticas, promover as boas ações&#8221;, rematou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assinatura do protocolo decorreu no dia 20 de junho, durante o <em>XXXI Annual Meeting Of Autoimmunity e XII National Congress of NEDAI</em>, em Penafiel.</p>



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		<item>
		<title>Hidradenite supurativa (HS): novo financiamento de fármaco nos hospitais do SNS(1)</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/hidradenite-supurativa-hs-novo-financiamento-de-farmaco-nos-hospitais-do-sns/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 10:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com eficácia comprovada e perfil de segurança robusto e favorável, o financiamento desta opção terapêutica representa uma resposta adequada para uma doença com elevado impacto na qualidade de vida.2-8 A HS continua a ser uma doença subdiagnosticada e com elevado impacto na qualidade de vida dos doentes, seja do ponto de vista físico, emocional, social [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com eficácia comprovada e perfil de segurança robusto e favorável, o financiamento desta opção terapêutica representa uma resposta adequada para uma doença com elevado impacto na qualidade de vida.<sup>2-8</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A HS continua a ser uma doença subdiagnosticada e com elevado impacto na qualidade de vida dos doentes, seja do ponto de vista físico, emocional, social e económico. A dor, o estigma e a limitação funcional afetam profundamente os doentes, tornando urgente uma abordagem terapêutica eficaz e atempada para evitar a progressão da doença incluindo o dano estrutural e irreversível.<sup>8,9</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Infarmed I.P. aprovou o financiamento de secucinumab para o tratamento de hidradenite supurativa (HS) ativa moderada a grave (acne inversa) em adultos com uma resposta inadequada, que perderam resposta ou com contraindicação a adalimumab.<sup>1</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“O subtratamento tem consequências devastadoras na vida das pessoas que vivem com hidradenite supurativa, limitando a sua autonomia e bem-estar. A comparticipação de Cosentyx® pelo SNS é um passo essencial para garantir acesso a uma terapêutica eficaz e segura, capaz de mudar este paradigma”</strong>, afirma Dr. Diogo Medina, diretor médico da Novartis Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Através da inibição seletiva da IL-17A, Cosentyx® demonstrou uma eficácia sustentada<sup>2-7</sup>:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="has-medium-font-size">~60% dos doentes alcançaram HiSCR50 ao final do primeiro ano<sup>2</sup></li>



<li class="has-medium-font-size">&gt;70% dos doentes teve uma melhoria significativa no número de abcessos e nódulos inflamatórios (AN50*), ao final do primeiro ano<sup>2</sup></li>



<li class="has-medium-font-size">70% dos doentes reportaram alívio duradouro da dor (NRS30<sup>†</sup>), ao ano 1<sup>10</sup></li>



<li class="has-medium-font-size">73% tiveram redução das exacerbações2<sup>‡</sup> e &gt;80% não desenvolveram novos túneis drenantes<sup>11§</sup></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com um&nbsp;<strong>perfil de segurança robusto</strong>, sustentado por&nbsp;<strong>10 anos de experiência de mundo real</strong>&nbsp;em várias indicações (psoríase, artrite psoriática, espondilartrite axial), secucinumab reforça a confiança clínica e oferece uma nova esperança para estes doentes.<sup>2,7</sup></p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><a href="https://www.med-hub.pt/hope-shines-painel-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Quer saber mais informações acerca de Cosentyx® na Hidradenite Supurativa?</strong></a></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">*AN50 foi definido como uma redução ≥50% em relação ao valor inicial no número de abcessos e nódulos inflamatórios. A variação percentual em relação ao valor inicial na contagem de abcessos e nódulos inflamatórios foi um endpoint secundário pré-especificado na Semana 16 e um endpoint exploratório pré-especificado na Semana 52. Na Semana 16, os doentes tratados com Cosentyx® Q4W no ensaio SUNRISE alcançaram este endpoint secundário (P=0,0001), enquanto os do ensaio SUNSHINE não o alcançaram (P=0,0004). Em ambos os ensaios, foi observada uma clara diferenciação em relação ao placebo a partir da Semana 2.<sup>2</sup></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><sup>†</sup>Sem dor ou dor leve: NRS ≤6; dor moderada ou grave: NRS &gt;6. Numa análise post-hoc de doentes no grupo de tratamento Q4W, 87 doentes com dor moderada ou grave no início foram avaliados quanto às alterações na gravidade da dor cutânea na Semana 52. Destes doentes, 70% apresentavam dor leve ou ausência de dor ao final do ano.<sup>11</sup></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><sup>‡</sup>Exacerbação, um endpoint secundário pré-especificado na Semana 16 e um endpoint exploratório pré-especificado na Semana 52, foi definida como um aumento ≥25% na contagem de AN, com um aumento mínimo de 2 na contagem absoluta de AN em relação ao valor inicial. No grupo de tratamento Q4W, 278 doentes foram avaliados na Semana 52. Na Semana 16, os doentes tratados com Cosentyx® Q4W no ensaio SUNRISE alcançaram este endpoint secundário (P=0,0049), enquanto os do ensaio SUNSHINE não o alcançaram (P=0,093).<sup>2</sup></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><sup>§</sup>Os túneis, um elemento do&nbsp;<em>endpoint</em>&nbsp;primário pré-especificado, também chamados de fístulas ou trajetos sinusais, foram definidos como túneis longitudinais elevados, dolorosos, mas flutuantes, de comprimento e profundidade variáveis, com comunicações à superfície da pele e drenagem purulenta. No grupo de tratamento Q4W, os dados sobre o desenvolvimento de túneis foram analisados em 142 doentes sem túneis drenantes no início e 218 doentes com pelo menos 1 túnel drenante no início.<sup>2,6</sup></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Abreviaturas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Q4W: A cada 4 semanas; AN: Abcessos e Nódulos Inflamatórios; HiSCR: Hidradenitis Suppurativa Clinical Response; HS: Hidradenite Supurativa; IL: Interleucina; NRS: Escala de Avaliação Numérica; SNS: Serviço Nacional de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1.Relatório de Público de Avaliação de Cosentyx (Secucinumab) no tratamento de hidradenite supurativa ativa moderada a grave (acne inversa) em adultos com uma resposta inadequada, que perderam resposta ou com contraindicação a adalimumab. Infarmed Novembro 2025, consultado no site do Infarmed.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2.Kimball AB et al. Lancet. 2023;401(10378):747-761 e Apêndices Suplementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3.Novartis Cosentyx® shows clinically meaningful symptom improvements in patients with hidradenitis suppurativa in pivotal Phase III trials [comunicado de imprensa]. Basileia, Suiça. 10 de setembro 2022.&nbsp;<a href="https://www.novartis.com/news/media-releases/novartis-cosentyx-shows-clinically-meaningful-symptom-improvements-patients-hidradenitis-suppurativa-pivotal-phase-iiitrials" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.novartis.com/news/media-releases/novartis-cosentyx-shows-clinically-meaningful-symptom-improvements-patients-hidradenitis-suppurativa-pivotal-phase-iiitrials</a>. Acedido a 24 de fevereiro 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">4.Cosentyx® (secucinumab) Resumo das características do medicamento. Fevereiro 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5.Taltz® (ixecizumab) Resumo das características do medicamento. Agosto 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">6.Kyntheum® (brodalumab) Resumo das características do medicamento. Agosto 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">7.Novartis data on file. CAIN457M2301/2302 Summary of Clinical Efficacy in moderate to severe hidradenitis suppurativa (SUNNY Clinical Study Program). Setembro 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">8.Matusiak Ł. Profound consequences of hidradenitis suppurativa: a review. Br J Dermatol. 2020 Dec;183(6):e171-e177.</p>



<p class="wp-block-paragraph">9.Friedman, A, et al. J Drugs Dermatol. 2025;24(4):381-385. doi:10.36849/JDD.8867</p>



<p class="wp-block-paragraph">10.Novartis data on file. SUNNY Clinical Study Program post hoc analysis of skin pain NRS severity. Março 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">11.Bechara FG, et al. P144,12th EHSF Conference 2023 Extended Abstracts. Exp Dermatol. 32: 9-156.</p>



<p class="wp-block-paragraph">COS/103/112025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, consulte o IEC de Cosentyx®,&nbsp;<a href="https://prod.pro.novartis.com/pt-pt/cosentyx-iec?hash=ea30038fa497b6298a7ccc7afee43205c3f2dfecc62d20608a4bf7420053cd50" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Possíveis &#8220;imitadores moleculares&#8221; podem estar por trás da doença autoimune induzida pela COVID-19</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/possiveis-imitadores-moleculares-podem-estar-por-tras-da-doenca-autoimune-induzida-pela-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 13:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myimunologia.pt/?p=219383</guid>

					<description><![CDATA[<p>O motivo pelo qual o vírus pode fazer com que o sistema imunológico do corpo fique descontrolado permanece desconhecido, dificultando o desenvolvimento de terapêuticas para evitar a autoimunidade. Uma hipótese é que “imitadores moleculares” virais, que se assemelham às proteínas do próprio corpo, desencadeiam uma resposta autoimune. Os novos resultados foram publicados naImmunoInformatics. Os investigadores procuraram por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O motivo pelo qual o vírus pode fazer com que o sistema imunológico do corpo fique descontrolado permanece desconhecido, dificultando o desenvolvimento de terapêuticas para evitar a autoimunidade. Uma hipótese é que “imitadores moleculares” virais, que se assemelham às proteínas do próprio corpo, desencadeiam uma resposta autoimune. Os novos resultados foram publicados na<br><em>ImmunoInformatics</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores procuraram por componentes virais que são semelhantes a proteínas humanas conhecidas por serem atacadas em várias doenças autoimunes. Teoricamente, essas proteínas virais podiam acionar o sistema imunológico para atingir as proteínas humanas com as quais se assemelham.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É emocionante. Em colaboração com os nossos colegas, agora podemos usar inteligência artificial para abordar condições médicas agravadas pela pandemia de COVID-19&#8221;, diz Julio Facelli, da <em>University of Utah Health</em> e autor do artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo completo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667119025000047?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<item>
		<title>Save the date: II Network Immunity Meeting realiza-se em maio</title>
		<link>https://myimunologia.pt/eventos/save-the-date-ii-network-immunity-meeting-realiza-se-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 13:07:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Viseu, a 3 de maio, acontece o II Network Immunity Meeting da Região Centro, em colaboração com a Unidade Local de Saúde (ULS) de Viseu Dão-Lafões e da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Carlos Carneiro, coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-imunes (NEDAI), João Tavares, da ULS Viseu Dão-Lafões, e Vera Romão, do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em Viseu, a 3 de maio, acontece o II Network Immunity Meeting da Região Centro, em colaboração com a Unidade Local de Saúde (ULS) de Viseu Dão-Lafões e da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Carneiro, coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-imunes (NEDAI), João Tavares, da ULS Viseu Dão-Lafões, e Vera Romão, do Hospital CUF Viseu, são membros da comissão organizadora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vasculites Nasdoenças Autoimunes &#8211; A Perspetiva do Nefrologista&#8221;, &#8220;Vasculites em Perspetiva &#8211;<br>A Propósito de um Caso Clínico&#8221;, &#8220;Patologia Pulmonar nas Doenças Autoimunes &#8211; Especificidades&#8221;, &#8220;Artrite Reumatóide &#8211; E Quando Todas as Classes Terapêuticas Falham?&#8221; e &#8220;Cuidados Paliativos em Doenças Autoimunes&#8221; são os temas estabelecidos para o evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.spmi.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<title>II Network Immunology Meeting dos Hospitais do Norte decorre em maio</title>
		<link>https://myimunologia.pt/eventos/ii-network-immunology-meeting-dos-hospitais-do-norte-decorre-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 12:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myimunologia.pt/?p=219375</guid>

					<description><![CDATA[<p>Marcado para o dia 17 de maio, no auditório Prof. Dr. Alexandre Moreira do Centro Hospitalar Universitário de Santo António, vai decorrer o II Network Immunology Meeting dos Hospitais do Norte. Hipertensão pulmonar em doenças do tecido conjuntivo, atualização sobre nefrite lúpica, prevenção de danos cardiovasculares em doenças autoimunes sistémicas (DAS), artrite reumatoide difícil de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/eventos/ii-network-immunology-meeting-dos-hospitais-do-norte-decorre-em-maio/">II Network Immunology Meeting dos Hospitais do Norte decorre em maio</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Marcado para o dia 17 de maio, no auditório Prof. Dr. Alexandre Moreira do Centro Hospitalar Universitário de Santo António, vai decorrer o II <em>Network Immunology Meeting</em> dos Hospitais do Norte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Hipertensão pulmonar em doenças do tecido conjuntivo, atualização sobre nefrite lúpica, prevenção de danos cardiovasculares em doenças autoimunes sistémicas (DAS), artrite reumatoide difícil de tratar, abordagens não farmacológicas para DAS e ensaios clínicos, são as sessões programadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">António Marinho, diretor da Unidade de Imunologia Clínica da ULS Santo António, Natália Oliveira, da Unidade de Doenças Autoimunes da ULS Tâmega e Sousa, e Carlos Carneiro, presidente do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-imunes (NEDAI), são os responsáveis pela organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.chporto.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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