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	<title>Mariana Sarmento, autor em My Imunologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde dedicados à Imunologia</description>
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	<title>Mariana Sarmento, autor em My Imunologia</title>
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		<title>Carlos Carneiro destaca importância da colaboração entre centros na VI Reunião Network Immunology Meeting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 15:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[VI Reunião Network Immunology Meeting]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O especialista Carlos Carneiro, membro da comissão organizadora da VI Reunião Network Immunology Meeting, foi uma das vozes em destaque no encontro que decorreu em Setúbal, a 10 de maio, reunindo profissionais de Imunologia de todo o país. Em entrevista, fez um balanço “fantástico” da iniciativa, sublinhando a crescente adesão às reuniões regionais e o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O especialista <strong>Carlos Carneiro</strong>, membro da comissão organizadora da VI Reunião Network Immunology Meeting, foi uma das vozes em destaque no encontro que decorreu em Setúbal, a 10 de maio, reunindo profissionais de Imunologia de todo o país. Em entrevista, fez um balanço “fantástico” da iniciativa, sublinhando a crescente adesão às reuniões regionais e o papel essencial que estas têm tido na criação de laços entre os diversos centros hospitalares.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="04_CARLOS CARNEIRO" src="https://player.vimeo.com/video/1083566893?h=ed6f7a880f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Estas reuniões têm permitido uma abordagem global e partilhada dos principais temas da imunologia, algo que tem sido fundamental para a nossa prática clínica e para o crescimento do próprio núcleo”, referiu. Carlos Carneiro destacou ainda que o sucesso do encontro reflete a importância de conhecer as diferentes realidades — de norte a sul, do interior ao litoral — e de criar uma resposta mais harmonizada e eficaz às dificuldades sentidas nos diversos contextos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Network Immunology continua a dinamizar encontros em todo o país. Após a reunião de Setúbal, já estão previstas sessões em Elvas (a terceira deste ano na Zona Sul), Porto (organizada pelo Hospital de Santo António), Guimarães, Vila Real, Guarda, e Figueira da Foz, esta última em colaboração com a unidade de Aveiro. A recente reunião em Viseu também foi destacada por Carlos Carneiro como um exemplo de “forte adesão e partilha rica entre profissionais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta dinâmica contínua, a Network Immunology assume-se como uma plataforma essencial para o desenvolvimento da imunologia em Portugal, promovendo a troca de experiências, a identificação de necessidades locais e a construção de soluções colaborativas para melhorar a resposta clínica em todo o território.</p>
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		<title>Consultas multidisciplinares: a chave para avançar nos cuidados de doenças autoimunes</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/consultas-multidisciplinares-a-chave-para-avancar-nos-cuidados-de-doencas-autoimune/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 15:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[VI Reunião Network Immunology Meeting]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, Margarida Jacinto, especialista em Medicina Interna no Hospital Espírito Santo Évora, destacou o evento como uma oportunidade para trazer à discussão “áreas que nos vão ajudar a tratar os nossos doentes autoimunes”. A especialista salientou duas sessões relevantes desta edição, nomeadamente sobre uveítes e o uso da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, <strong>Margarida Jacinto</strong>, especialista em Medicina Interna no Hospital Espírito Santo Évora, destacou o evento como uma oportunidade para trazer à discussão “áreas que nos vão ajudar a tratar os nossos doentes autoimunes”. A especialista salientou duas sessões relevantes desta edição, nomeadamente sobre uveítes e o uso da ecografia como exame complementar de diagnóstico. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="02_MARGARIDA JACINTO" src="https://player.vimeo.com/video/1083567708?h=be98c7432b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a temática das uveítes, a médica internista reforçou a importância das consultas multidisciplinares, “principalmente em alguns centros hospitalares não existe esta capacidade de ter oftalmologistas e internistas diferenciados nesta área”, explicou, apontando que a partilha entre instituições nestes congressos permite “perceber em que locais nos podem ajudar a evoluir no tratamento destes nossos doentes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margarida Jacinto sublinhou ainda o papel da cooperação regional como estratégia para colmatar falhas estruturais no acesso a cuidados especializados: “esta proximidade faz com que, em Évora, por exemplo, não existe ou possa existir determinada situação, em Setúbal se consiga colmatar essa falha” e, consequentemente, “conseguimos ter uma melhor resposta para os nossos doentes e conseguir tratá-los melhor”.</p>
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		<title>VI Reunião Network Immunology Meeting: benefícios da colaboração multidisciplinar</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/vi-reuniao-network-immunology-meeting-beneficios-da-colaboracao-multidisciplinar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 15:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[VI Reunião Network Immunology Meeting]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, José Villa Brito, especialista em Medicina Interna, salientou a importância crucial de encontros como este para a partilha de conhecimentos entre profissionais e para o combate ao isolamento vivenciado por aqueles que lidam com patologias autoimunes. Estes encontros permitem &#8220;que nos sintamos mais acompanhados e possibilita de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, <strong>José Villa Brito</strong>, especialista em Medicina Interna, salientou a importância crucial de encontros como este para a partilha de conhecimentos entre profissionais e para o combate ao isolamento vivenciado por aqueles que lidam com patologias autoimunes. Estes encontros permitem &#8220;que nos sintamos mais acompanhados e possibilita de facto este intercâmbio que é muito valioso, positivo e construtivo”, acrescenta, em entrevista. Assista ao vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="03_ JOSÉ VILLA BRITO" src="https://player.vimeo.com/video/1083566784?h=6ee8f69a9c&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo concreto dessa colaboração foi a sessão dedicada às uveítes, que, segundo o especialista, “foi muito interessante porque foi uma iniciativa inovadora e inspiradora de uma consulta de Medicina Interna de uveítes feita em simultâneo com o oftalmologista.” Para o médico internista, a apresentação deste modelo na reunião “é um convite, no fundo, a replicarem esse exemplo” no caso dos hospitais que ainda não tenham.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os momentos de destaque, salientou também a mesa-redonda sobre ecografia em doenças articulares, conduzida por Nuno Fernandes, que “há 20 anos teve essa visão dentro da Medicina Interna, de que a ecografia seria muito importante nos doentes com doença articular”, comentou o especialista. Atualmente, José Villa Brito afirma categoricamente que: “é indiscutível que a ecografia é uma mais-valia nas doenças autoimunes e nas doenças articulares”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico internista destacou ainda um caso de sucesso no hospital onde trabalha: “uma consulta multidisciplinar muito interessante que fazemos aqui em Setúbal, pela Pneumologia, [no âmbito] das doenças do interstício, e que é de facto uma verdadeira consulta multidisciplinar, com o benefício que isso tem para os doentes e também para nós”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/vi-reuniao-network-immunology-meeting-beneficios-da-colaboracao-multidisciplinar/">VI Reunião Network Immunology Meeting: benefícios da colaboração multidisciplinar</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Abordagem multidisciplinar nas uveítes: experiência do Hospital Beatriz Ângelo</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/abordagem-multidisciplinar-nas-uveites-experiencia-do-hospital-beatriz-angelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 14:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[VI Reunião Network Immunology Meeting]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Isabel Reis, médica internista do Hospital Beatriz Ângelo, realizou uma apresentação no âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, onde abordou &#8220;a visão do internista nas uveítes&#8221;, destacando, sobretudo, a importância da abordagem multidisciplinar no tratamento destas patologias. Assista às declarações. A especialista salientou a mais-valia das consultas conjuntas realizadas no seu centro hospitalar, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/abordagem-multidisciplinar-nas-uveites-experiencia-do-hospital-beatriz-angelo/">Abordagem multidisciplinar nas uveítes: experiência do Hospital Beatriz Ângelo</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ana Isabel Reis</strong>, médica internista do Hospital Beatriz Ângelo, realizou uma apresentação no âmbito da VI Reunião Network Immunology Meeting, onde abordou &#8220;a visão do internista nas uveítes&#8221;, destacando, sobretudo, a importância da abordagem multidisciplinar no tratamento destas patologias. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="01_ANA ISABEL REIS" src="https://player.vimeo.com/video/1083567834?h=983d03846b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista salientou a mais-valia das consultas conjuntas realizadas no seu centro hospitalar, referindo que &#8220;há uma melhoria no seguimento dos doentes quando o fazemos em conjunto&#8221;. Para Ana Isabel Reis, esta prática permite uma colaboração mais eficaz entre especialidades, afirmando que &#8220;ajuda-nos a conhecer uns aos outros e partilhar experiências, traz-nos sempre benefícios no seguimento dos nossos doentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica internista sublinhou ainda que este modelo colaborativo pode ser replicado noutras áreas da medicina, referindo que &#8220;no contexto, por exemplo, das uveítes, conseguimos estabelecer esta consulta multidisciplinar, que pode até ser imaginada noutras áreas de doenças autoimunes e acho que será sempre benéfico&#8221;.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/abordagem-multidisciplinar-nas-uveites-experiencia-do-hospital-beatriz-angelo/">Abordagem multidisciplinar nas uveítes: experiência do Hospital Beatriz Ângelo</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qualidade de vida em patologias autoimues: a importância de uma abordagem multidisciplinar</title>
		<link>https://myimunologia.pt/entrevistas/qualidade-de-vida-em-patologias-autoimues-a-importancia-de-uma-abordagem-multidisciplinar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 14:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>André Real, médico internista do CHMT, sublinhou a necessidade de uma abordagem holística no acompanhamento de doentes com patologias autoimunes. “Estas doenças, além do impacto físico, têm também impacto psicológico e social”, afirmou, destacando que o objetivo do seu trabalho foi “trazer a componente humana e alertar para o impacto que estas doenças trazem”. Assista à entrevista. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">André Real, médico internista do CHMT, sublinhou a necessidade de uma abordagem holística no acompanhamento de doentes com patologias autoimunes. “Estas doenças, além do impacto físico, têm também impacto psicológico e social”, afirmou, destacando que o objetivo do seu trabalho foi “trazer a componente humana e alertar para o impacto que estas doenças trazem”. Assista à entrevista. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="05_ANDRÉ REAL" src="https://player.vimeo.com/video/1083567508?h=db06b61c4e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista defendeu que a qualidade de vida deve ser um dos focos centrais da prática clínica, propondo estratégias para a avaliação e melhoria, para além do tratamento farmacológico. Nesse sentido, valorizou o papel da equipa multidisciplinar: “o papel da enfermagem nestas consultas é importantíssimo, nomeadamente [no ato de] ouvir o doente. E quando digo ouvir é para além das queixas físicas.” Apelou ainda ao trabalho conjunto entre profissionais de saúde e à sensibilização das administrações hospitalares para a criação de mais abordagens multidisciplinares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">André Real realçou ainda a importância crescente da literacia em saúde entre os doentes, reforçando que os doentes “devem ter hábitos de estilo de vida saudáveis, nomeadamente a evicção de tabaco, álcool, praticar exercício físico”. A melhoria da qualidade de vida dos doentes, concluiu, depende de um esforço integrado e coordenado.&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/entrevistas/qualidade-de-vida-em-patologias-autoimues-a-importancia-de-uma-abordagem-multidisciplinar/">Qualidade de vida em patologias autoimues: a importância de uma abordagem multidisciplinar</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma homenagem ao pioneirismo clínico e à colaboração científica nacional</title>
		<link>https://myimunologia.pt/opiniao/uma-homenagem-ao-pioneirismo-clinico-e-a-colaboracao-cientifica-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 11:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assinalado a 20 de maio, o Dia Internacional da Doença de Behçet presta homenagem ao legado científico do médico que primeiro descreveu esta patologia rara e complexa, mas também relembra o papel marcante da investigação portuguesa na sua caracterização. Num artigo de opinião publicado no âmbito da efeméride, Jorge Crespo destaca o contributo pioneiro da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/opiniao/uma-homenagem-ao-pioneirismo-clinico-e-a-colaboracao-cientifica-nacional/">Uma homenagem ao pioneirismo clínico e à colaboração científica nacional</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Assinalado a 20 de maio, o Dia Internacional da Doença de Behçet presta homenagem ao legado científico do médico que primeiro descreveu esta patologia rara e complexa, mas também relembra o papel marcante da investigação portuguesa na sua caracterização. Num artigo de opinião publicado no âmbito da efeméride, <strong>Jorge Crespo</strong> destaca o contributo pioneiro da Medicina Interna nacional na construção de uma rede colaborativa multidisciplinar, que viria a integrar os estudos internacionais responsáveis pela definição dos atuais critérios diagnósticos. Leia o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do dia 20 de Maio para assinalar o Dia Internacional da Doença de Behçet está intimamente ligada ao nascimento do Dr. Hulûsi Behçet, dermatologista turco que, em 1937, descreveu pela primeira vez a tríade de sintomas hoje reconhecida como característica desta entidade clínica: úlceras orais, úlceras genitais e inflamação ocular [1].</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua publicação original, Behçet sugeria tratar-se de uma doença infecciosa de origem viral, apoiando-se na distribuição geográfica dos casos — mais comum ao longo da chamada “Rota da Seda” — e sugerindo uma possível relação com factores ambientais ou infeciosos, então prevalentes nessas regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje sabemos que a Doença de Behçet (DB) resulta de uma resposta auto-inflamatória em indivíduos geneticamente predispostos, com destaque para o envolvimento do HLA-B51 e de outras interacções genéticas que contribuem para o desequilíbrio da imunidade inata. Contudo, reconhece-se que factores infeciosos (como certas bactérias ou vírus) podem actuar como desencadeantes em pessoas susceptíveis — o que, curiosamente, dá alguma validade à intuição original de H. Behçet, embora não como causa directa, mas como elemento precipitante.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consciencialização global, memória nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio de organizações como a American Behcet’s Disease Association (ABDA) e a Behçet’s UK, esta data tem sido usada para promover eventos dirigidos aos doentes, iniciativas de consciencialização pública e campanhas de incentivo ao diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, importa recordar o contributo da nossa especialidade para o conhecimento da doença. Em 1997, foi publicado na nossa revista <em>Medicina Interna</em> o primeiro levantamento nacional sobre esta patologia [2].</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo resultou do primeiro grupo de investigação colaborativa dinamizado pelo então recém-formado NEDAI da SPMI, através da criação do Grupo Nacional para o Estudo da Doença de Behçet.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma rede nacional de colaboração multidisciplinar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Liderado pela Medicina Interna, participaram neste levantamento 16 centros hospitalares portugueses, distribuídos por todas as regiões do país, e reunindo especialistas de Medicina Interna, Oftalmologia, Dermatologia e Reumatologia. Esta multidisciplinaridade contribuiu de forma decisiva para a partilha de conhecimento, para a consolidação de experiências clínicas e para a estruturação de uma rede de proximidade entre especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta colaboração resultaram trabalhos adicionais, entre os quais se destaca a partilha de doentes e de casos-controlo, que viriam a integrar os estudos internacionais para a formulação dos actuais critérios diagnósticos da DB – os ICBD (International Criteria for Behçet’s Disease) [3].</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma data para informar, lembrar e agradecer</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinalar o Dia Internacional da Doença de Behçet é, também, reconhecer o esforço contínuo da comunidade médica portuguesa e da Medicina Interna em particular, no estudo das doenças raras e autoimunes. É celebrar a ciência colaborativa, a visão clínica e o compromisso com os doentes.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bibliografia:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Behçet H. Über rezidivierende, aphtöse, durch ein Virus verursachte Geschwüre am Mund, am Auge und an den Genitalien. Dermatol Wochenschr (<em>Sobre úlceras recorrentes, aftosas, causadas por um vírus na boca, nos olhos e nos genitais)</em>. 1937;105:1152–1157.</li>



<li>Crespo J., em nome do  Grupo Nacional para o Estudo da DB. Doença de Behçet – Casuística Nacional. Medicina Interna. 1997;4(4):225–232.</li>



<li>International Team for the Revision of the International Criteria for Behçet&#8217;s Disease (ITR-ICBD). The International Criteria for Behçet’s Disease (ICBD): a collaborative study of 27 countries on the sensitivity and specificity of the new criteria. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2014 Mar;28(3):338–347.</li>
</ol>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/opiniao/uma-homenagem-ao-pioneirismo-clinico-e-a-colaboracao-cientifica-nacional/">Uma homenagem ao pioneirismo clínico e à colaboração científica nacional</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marque na agenda: 11.ª edição da Summer Autoimmunity School acontece em setembro</title>
		<link>https://myimunologia.pt/eventos/marque-na-agenda-11-a-edicao-da-summer-autoimmunity-school-acontece-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[SAIS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 11 a 14 de setembro de 2025, o Quiaios Hotel, próximo da Figueira da Foz, acolhe a 11.ª edição da Summer Autoimmunity School, um projeto formativo que reforça a educação médica na área das doenças autoimunes. Destinada a internos dos primeiros anos das especialidades médicas, esta iniciativa oferece uma experiência imersiva e interativa, onde [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/eventos/marque-na-agenda-11-a-edicao-da-summer-autoimmunity-school-acontece-em-setembro/">Marque na agenda: 11.ª edição da Summer Autoimmunity School acontece em setembro</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De 11 a 14 de setembro de 2025, o Quiaios Hotel, próximo da Figueira da Foz, acolhe a 11.ª edição da <em>Summer Autoimmunity School</em>, um projeto formativo que reforça a educação médica na área das doenças autoimunes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destinada a internos dos primeiros anos das especialidades médicas, esta iniciativa oferece uma experiência imersiva e interativa, onde se estimula o raciocínio clínico através da discussão de casos, uso de recursos multimédia e sessões conduzidas por especialistas em Medicina Interna, Reumatologia, Oftalmologia, Dermatologia, Gastrenterologia, Pneumologia e Investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escola distingue-se por manter um formato 100 % presencial, mesmo durante os períodos mais desafiantes da pandemia, apostando num modelo de aprendizagem intensiva e colaborativa, com um ambiente onde se pretende que os formandos “estudem, comam, bebam, convivam e durmam” com um único propósito: aprender para a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a organização introduz uma novidade: um pré-curso de Capilaroscopia, a decorrer a 10 de setembro, com inscrição autónoma e vagas limitadas a 20 participantes. A formação “hands-on” aborda a técnica a partir de casos clínicos e discussão multidisciplinar, constituindo uma oportunidade de introdução prática a este método de avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Summer Autoimmunity School mantém-se como uma referência nacional no ensino das doenças autoimunes, assumindo o compromisso de continuar a formar médicos com pensamento crítico e capacidade de decisão clínica nesta área complexa e transversal da Medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Barcelona acolhe European Alliance of Associations for Rheumatology 2025</title>
		<link>https://myimunologia.pt/internacional/barcelona-acolhe-european-alliance-of-associations-for-rheumatology-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 09:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Barcelona será palco, entre os dias 11 e 14 de junho de 2025, do prestigiado European Alliance of Associations for Rheumatology (EULAR 2025), o mais importante evento anual da European Alliance of Associations for Rheumatology. Desde a sua fundação em 1947, a EULAR tem sido uma referência na área da reumatologia a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Barcelona será palco, entre os dias 11 e 14 de junho de 2025, do prestigiado <em>European Alliance of Associations for Rheumatology</em> (EULAR 2025), o mais importante evento anual da European Alliance of Associations for Rheumatology.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua fundação em 1947, a EULAR tem sido uma referência na área da reumatologia a nível europeu e mundial, promovendo o avanço científico e clínico no tratamento das doenças reumáticas e musculoesqueléticas (RMDs). A edição de 2025 promete voltar a reunir especialistas, profissionais de saúde, doentes e parceiros da indústria num fórum de excelência, onde serão debatidas as mais recentes descobertas científicas e inovações práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Presidente da EULAR, o congresso representa &#8220;o auge do nosso trabalho e um espaço único para ligar a investigação de ponta à prática clínica&#8221;, com sessões interativas, workshops práticos e partilha de experiências entre os vários intervenientes no processo de diagnóstico e cuidado ao doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento destaca-se pela sua abordagem inclusiva e colaborativa, promovendo um verdadeiro ponto de encontro entre ciência e prática assistencial, centrado na melhoria da qualidade de vida dos doentes  reumáticos em toda a Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja o <a href="https://congress.eular.org/programme" target="_blank" rel="noreferrer noopener">programa</a> completo e saiba como se <a href="https://meetingservices.org/eular-2025/registration.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscrever</a>.</p>
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		<title>Diagnóstico precoce é chave no combate à Espondilite Anquilosante</title>
		<link>https://myimunologia.pt/opiniao/diagnostico-precoce-e-chave-no-combate-a-espondilite-anquilosante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 08:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da comemoração dos Dias das Doenças Autoimunes, assinalou-se este sábado, 3 de maio, o Dia Mundial da Espondilite Anquilosante. Em artigo de opinião, Sofia Pinheiro, médica da ULS Lisboa Central – Hospital dos Capuchos, alerta para os desafios no diagnóstico precoce desta patologia muitas vezes confundida com dores lombares comuns, sublinhando a importância [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/opiniao/diagnostico-precoce-e-chave-no-combate-a-espondilite-anquilosante/">Diagnóstico precoce é chave no combate à Espondilite Anquilosante</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da comemoração dos Dias das Doenças Autoimunes, assinalou-se este sábado, 3 de maio, o Dia Mundial da Espondilite Anquilosante. Em artigo de opinião, <strong>Sofia Pinheiro</strong>, médica da ULS Lisboa Central – Hospital dos Capuchos, alerta para os desafios no diagnóstico precoce desta patologia muitas vezes confundida com dores lombares comuns, sublinhando a importância de sensibilizar a população e formar os profissionais de saúde para uma intervenção rápida e eficaz. Leia o artigo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Espondilite Anquilosante faz parte de um grupo de um grupo muito heterogéneo de doenças inflamatórias, as espondilatropatias. Têm em comum o facto de serem crónicas, envolverem a coluna, mas também outras articulações e tendões e evoluírem para a deformidade e incapacidade se não forem atempadamente reconhecidas e tratadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico precoce é assim fundamental bem como a rápida instituição do tratamento, mas colocam-nos, ambos, alguns desafios já que as queixas iniciais podem facilmente ser subvalorizadas pelo individuo e/ou não reconhecidas por um médico menos diferenciado nesta área ao constituírem uma “simples” dor lombar frequentemente atribuída a questões posturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será assim importante educar a população para a existências desta doença e promover a formação dos profissionais de saúde no sentido de facilmente reconhecerem e referenciarem os indivíduos com Espondilite Anquilosante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento pode também colocar algumas dificuldades determinadas pela necessidade de englobar múltiplas estratégias nem sempre fáceis de articular, desde uma “básica” mudança de estilo de vida nem sempre conseguida até às medidas farmacológicas cuja seleção e vigilância obrigam ao acompanhamento por especialista na área e passando pelas fundamentais terapêuticas e estratégias físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para terminar referir que apesar de vários desafios o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz permitem controlar a inflamação e assim abolir a dor e manter a qualidade de vida e prevenir a lesão estrutural e a incapacidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/opiniao/diagnostico-precoce-e-chave-no-combate-a-espondilite-anquilosante/">Diagnóstico precoce é chave no combate à Espondilite Anquilosante</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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		<title>Investigadores demonstram novo papel dos proteossomas na imunidade inata: potenciais antibióticos naturais em destaque</title>
		<link>https://myimunologia.pt/atualidade/investigadores-demonstram-novo-papel-dos-proteossomas-na-imunidade-inata-potenciais-antibioticos-naturais-em-destaque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Sarmento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:57:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores de Israel descobriu um papel inovador dos proteossomas na imunidade inata, através de um estudo recentemente publicado na prestigiada revista Nature. O artigo, intitulado “Cell-autonomous innate immunity by proteasome-derived defence peptides”, demonstra que os produtos da degradação proteossómica não se limitam à apresentação antigénica para ativação da resposta imunitária adaptativa, mas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myimunologia.pt/atualidade/investigadores-demonstram-novo-papel-dos-proteossomas-na-imunidade-inata-potenciais-antibioticos-naturais-em-destaque/">Investigadores demonstram novo papel dos proteossomas na imunidade inata: potenciais antibióticos naturais em destaque</a> aparece primeiro em <a href="https://myimunologia.pt">My Imunologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa de investigadores de Israel descobriu um papel inovador dos proteossomas na imunidade inata, através de um estudo recentemente publicado na prestigiada revista <em>Nature</em>. O artigo, intitulado <em>“</em>Cell-autonomous innate immunity by proteasome-derived defence peptides<em>”</em>, demonstra que os produtos da degradação proteossómica não se limitam à apresentação antigénica para ativação da resposta imunitária adaptativa, mas que também geram péptidos antimicrobianos com capacidade de combater infeções bacterianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tradicionalmente, os proteossomas — estruturas intracelulares responsáveis pela degradação de proteínas — eram conhecidos pelo seu papel na preparação de péptidos que seriam posteriormente apresentados ao sistema imunitário pelas moléculas do complexo maior de histocompatibilidade de classe I (MHC I). No entanto, este novo estudo mostra que, para além dessa função, os proteossomas produzem, de forma constitutiva ou induzida por infeções bacterianas, péptidos com propriedades antimicrobianas que conseguem inibir o crescimento bacteriano, tanto em ensaios laboratoriais como em modelos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação utilizou análises <em>in silico</em> para prever clivagens proteossómicas em todo o proteoma, identificando centenas de milhares de potenciais péptidos de defesa com características catiônicas, capazes de interferir com as membranas bacterianas. O estudo demonstra ainda que, durante a infeção bacteriana, há uma alteração na composição e na função dos proteossomas, incluindo o recrutamento da subunidade PSME3 e um aumento da clivagem do tipo triptíco, potenciando a atividade antimicrobiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas descobertas apontam para um papel até agora subestimado dos proteossomas na imunidade inata autónoma das células. Além do interesse científico, os autores destacam o valor translacional dos resultados: os péptidos gerados por clivagem proteossómica representam uma fonte promissora de antibióticos naturais, com aplicações biotecnológicas e terapêuticas no tratamento de infeções e em condições de imunossupressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo abre portas a uma nova área de investigação no campo da imunologia celular, propondo uma visão mais ampla e complexa da função dos proteossomas, além da sua clássica associação ao sistema imunitário adaptativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-025-08615-w" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo completo</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem: Weizmann Institute of Science</p>
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